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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Obediência Imediata




Seja consistente em sua administração de disciplina. Nunca, nunca, nunca dê uma advertência ou uma ordem sem segui-la imediatamente.
Nós deveríamos esperar obediência instantânea da parte de nossas crianças, e deveríamos reforçar essa expectativa com a vara, toda e qualquer vez em que elas falharem em obedecer. Não caia na armadilha de construir algum tipo de sistema de advertência precoce. Há alguns pais que têm que falar aos seus filhos para fazer algo duas ou três vezes antes que eles a façam. Outros pais precisam levantar suas vozes além do nível normal, antes que suas crianças os ouçam. E ainda outros contam até três antes que suas crianças lhes obedeçam. “Se você não fizer isso antes de eu contra até três, você realmente vai apanhar”. Eles contam, “1-2 — e a criança não se move, 2 e meio”; e assim vai. A criança venceu. Esperem obediência imediata e não implementem qualquer tipo de sistema de advertência precoce.
Há tempos quando as próprias vidas das nossas crianças podem depender deles nos obedecerem imediatamente. Eu li um exemplo que ocorreu na Carolina do Sul, quando uma família estava acampando em suas férias. Eles estavam parados num local de campo e as crianças tinham ido brincar numas pedras por perto. Como o pai tinha examinado a área para ver onde seus dois filhos estavam, seus olhos se fixaram sobre Michael, o filho de cinco anos de idade, que inconscientemente tinha encurralado uma cascavel. A cascavel estava enrolada e pronta para dar o bote. O pai disse firmemente: “Mike, fique parado”. O garoto ficou imóvel quando ouviu a ordem de seu pai. Ele obedeceu instantaneamente. Seu pai então pegou o rifle e atirou na cobra. O que você supõe que poderia ter acontecido se tivesse sido necessário para o pai dizer: “Mike, se você não ficar parado antes de eu contar até três, você vai estar em grandes problemas”?. A vida do seu filho estaria em perigo. Há tempos quando as próprias vidas das nossas crianças estarão em perigo, a menos que elas aprendam a obedecer instantaneamente.
Nossas crianças não responderão ao nosso primeiro comando de voz numa crise, a menos que elas estejam acostumadas a responder sob circunstâncias normais. Nossas crianças devem saber que nós queremos dizer que elas obedeçam logo na primeira vez em que dissermos algo a elas, ou elas nunca crerão até que contemos até três, digamos duas vezes, ou levantemos nossa voz. Treine suas crianças a obedecer assim que você disser algo, e quando você a disser num tom normal de voz. Quando elas não obedecerem, corrija-as.

Por Bruce Ray

Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo NetoCuiabá-MT, 25 de Julho de 2005.


Mas temos que saber corrigir as nossas crianças, e devemos fazer isso sempre com amor e não com violência.




quinta-feira, 31 de março de 2011

CILADAS DO EU



Todos nós carregamos uma profunda necessidade de impactar de forma positiva as pessoas que nos cercam. Nosso ser clama desesperadamente por reconhecimento e admiração. Nossa ânsia por uma boa auto-estima é como um poço profundo, um vazio insaciável que nunca dirá: Estou suprido! Por maiores que sejam as realizações que alguém possa alcançar, todas elas terão um limite e um prazo de validade.

Li em algum lugar, que cedo ou tarde, alguém se encarregará de colocar os nossos troféus no cesto do lixo. Por isso a Palavra de Deus nos adverte: “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo passa e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” - 1 João 3.15-17. (NVI)

Somente Deus pode preencher nosso vazio. Toda tentativa de saciar a auto-estima nos valores do mundo é inútil, pois nada daquilo que encontramos aqui é realmente seguro ou definitivo e o nosso ser anseia por algo que seja eterno. Assim, somente quando encontramos a fonte da vida, quando somos reconciliados com nossa verdadeira origem e destino, o nosso ser se aquieta. Talvez ninguém tenha expressado esse estado de alma de um modo tão real e tão poético como o Rei Davi: “Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre” – Salmo 131.1-3.

É possível alcançar esse estágio de maturidade espiritual? Sim. É fácil? Não, pois mesmo para aqueles que já passaram pela porta apertada da conversão, resta ainda o difícil desafio de aprender andar pelo caminho estreito, esse pequeno espaço onde toda a nossa segurança repousa exclusivamente em Deus. Pode parecer contraditório, mas somente é livre aquele que consegue se mover dentro desse estreito limite; somente pode viver sem grandes preocupações consigo mesmo, “aquele habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente” – Salmo 91.1.

Eu sei que isso funciona; é o alvo que venho tentando alcançar, mas frequentemente travo grandes batalhas comigo mesmo, por perceber o quanto minha velha natureza ainda quer roubar a cena.

Há poucos dias tive uma longa conversa com uma pessoa bem-sucedida. Dessas pessoas que alcançaram de forma lícita os seus objetivos e que por conseqüência, despertam merecida admiração. Então, talvez impressionado com seu testemunho, ao invés de falar abertamente das minhas próprias convicções, me vi concordando com tudo o que ela dizia. Por alguma estranha razão busquei mais ser simpático do que ser verdadeiro.

Depois, a sós com Deus, fiquei profundamente envergonhado. Por que eu não fui mais claro quando lhe falei a respeito da minha fé? Por que concordei com conceitos que de fato não concordo? Por que me senti pressionado a ser simpático? Que vantagem eu obtive agindo desse modo? Definitivamente Jesus não agiria assim!

Não sei ao certo o que aconteceu, mas sei que ao me permitir qualquer distração, volto a manifestar as atitudes de uma pessoa da qual sinceramente não tenho a mínima saudade. Talvez muitos até gostassem dela, mas só eu sei o tamanho do vazio que havia em seu interior e o peso do fardo que carregava nas costas.

Pr.Armando Paulo Castoldi

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Um jeito diferente de olhar para o Salmo 23



NOVA VERSÃO INTERNACIONAL

O Senhor é o meu Pastor...Isto é relacionamento!
Nada me faltará...Isto é suprimento!
Caminhar me faz por verdes pastos...Isto é descanso!
Guia-me mansamente a águas tranqüilas...Isto é refrigério!
Refrigera minha alma...Isto é cura!
Guia-me pelas veredas da justiça...Isto é direção!
Por amor de seu nome...Isto é propósito!
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte...Isto é provação!
Eu não temeria mal algum...Isto é proteção!
Porque tu estás comigo...Isto é fidelidade!
A tua vara e o teu cajado me consolam...Isto é esperança!
Unge a minha cabeça com óleo...Isto é consagração!
E o meu cálice transborda...Isto é abundância!
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida...Isto é benção!
E eu habitarei na casa do Senhor...Isto é segurança!
Por longos dias...Isto é eternidade!

"O que é mais valioso não é o que nós temos em nossas vidas, mas QUEM nós temos em nossas vidas."

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

MENDIGO POR PROFISSÃO



Hoje nas grandes e pequenas cidades, o que mais se vê são pessoas pedindo esmolas.
Como se não bastasse o grande número de pedintes nas ruas, agora eles estão também dentro dos ônibus coletivos. Você ao sair de casa, se depara com pessoas pedindo nos faróis das ruas, nas praças, portas de supermercados, e nos ônibus.
Mas, isso não é nenhuma novidade, pois desde os tempos antigos eles já existiam. Pessoas que vivem em completa miséria, sem uma boa saúde, com muitas necessidades, que não tem uma casa pra morar, não tem família e se tem alguém de sua família, não lhe conhece ou é rejeitado mesmo.
Acontece, que eu não estou falando de pessoas que estão passando por uma situação de tanta miséria assim. Eu estou falando, de pessoas, que tem uma família, tem um lar, as vezes está com a saúde perfeita , mas que se tornou mendigo por opção, resolveu ganhar a vida pedindo porque não quer trabalhar mesmo , pessoas que vivem assim porque gostam do que fazem, pedem esmolas porque já fizeram disso a sua profissão, a “profissão mendigo”.
Aí eu pergunto: dar ou não dar esmolas?
Sei que nesse meio tem os que são de fato necessitados, mas, e aqueles que são aproveitadores? Que mentem pra se darem bem. É impressionante como eles agem pra conseguirem as esmolas, c ontam cada história rsrs...
Aqui em minha cidade tem uma senhora, que tem mais ou menos uns oito filhos, e nenhum trabalha, todos vivem pedindo, e pasmem, tem casa própria, e andam muito bem vestidos quando não estão na “profissão”(pedindo esmolas). Me disseram que eles não cometem nenhum crime pois não roubam e sim pedem. Já ouvi falar que essa será a profissão do futuro.
Então, eu continuo perguntando: Você costuma dar esmolas sem se importar se a pessoa está te enganando ou realmente precisando ?
Dar ou não dar esmolas?
Texto de Helena Damasceno

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dilma manda tirar a Bíblia e o crucifixo do gabinete da Presidência




Em sua primeira semana no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (foto) mandou tirar do seu gabinete a Bíblia e o crucifixo, o que, talvez, tenha sido a primeira vez que isso ali acorre.

Esse gesto pode ter várias interpretações, entre as quais a sinalização de que ela não aceitará em seu governo a ingerência de religiões e religiosos. O que não houve em sua campanha eleitoral, quando teve de se aproximar de líderes evangélicos e católicos para tentar convencê-los de que não vai se empenhar para a legalização do aborto.

Durante o vale-tudo da campanha, evangélicos acusaram Dilma de ser ateia, o que ela nunca admitiu. Mas com certeza mudou o seu senso de religiosidade, ao menos de boca para fora, para não perder parte dos votos que herdou do Lula.

Em 2007, em entrevista à Folha de S.Paulo, ela afirmou ter ficado “durante muito tempo meio descrente”. Em abril de 2010, já em campanha, lembrou ter sido criada no catolicismo e que acreditava em uma força superior. “Estudei em colégio de freira. Sou católica.”

Em um dos seus discursos de posse, Dilma reafirmou o compromisso com a liberdade religiosa, o que seria desnecessário dizer, porque está previsto na Constituição.

A rigor, independente da crença ou descrença de Dilma, a Bíblia, o crucifixo e demais símbolos religiosos deveriam ser retirados não só do gabinete presidencial, mas de todas as repartições públicas, porque o Estado é laico. Também está na Constituição.

ERA DO LULA - atualização às 18h

Em post publicado às 14h54 de hoje, o Blog do Planalto afirmou que o crucifixo de origem portuguesa foi retirado do gabinete presidencial porque é um presente que o ex-presidente Lula recebeu de um artista no início do governo dele. Sobre a Bíblia, ela continua no mesmo lugar, diz o blog, em uma mesa na contígua ao gabinete, "onde a presidente já encontrou ao chegar ao Palácio do Planalto".

Com informação da Folha de S.Paulo.
FONTE:http://www.paulopes.com.br/2011/01/dilma-manda-tirar-biblia-e-o-crucifixo.html

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ENTRE O PECADO E O PERDÃO



Não se passa diretamente do pecado ao perdão. O perdão existe. E ai de nós se ele não existisse. O perdão retira um fardo de sobre as costas que ninguém suporta. Só o perdão pode levantar a mão de Deus que pesa dia e noite sobre aquele que está em pecado. O perdão acaba com o senso de culpa, com os pesadelos. Com a agitação nervosa, com o sobressalto. O perdão restaura a saúde e o bom humor. O perdão devolve a alegria que o pecado roubou.
Mas há um problema muito sério, impossível de ser contornado. É que entre o pecado e o perdão há uma passagem obrigatória que se chama arrependimento. Deus não autoriza ninguém a falar em perdão sem falar antes em arrependimento. Tanto João Batista quanto Jesus iniciaram a sua pregação com este apelo: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus (Mt 3:2, 4:17). Quando a multidão, que estava em Jerusalém no dia de Pentecostes, perguntou aos apóstolos o que deveriam fazer frente à forte convicção de pecado que tomou conta dela, Pedro respondeu de imediato: arrependei-vos... (Atos 2:38).
Sem arrependimento o perdão não acontece. Perdão sem arrependimento estimula o próximo pecado e gera cinismo. Perdão sem arrependimento não cura ninguém, não transforma ninguém. Perdão sem arrependimento não torna ninguém ex-assassino, ex-idólatra, ex-avarento, ex-adúltero, ex-sodomita. Perdão sem arrependimento pode encher os templos religiosos mas não enche a Igreja do Deus Vivo. Perdão sem arrependimento é uma blasfêmia contra a santidade de Deus.

Paulo Rogério Petrizi

sábado, 25 de setembro de 2010

Uma parafrase de 1 Corintios 13






O amor nunca perde a paciência. Ele é sempre bondoso, prestativo e admiravelmente benfazejo. Procura ser construtivo todo o tempo.
O amor nunca é invejoso ou ciumento. Também não é arrogante, orgulhoso, presunçoso ou fanfarrão. Ele não se pavoneia não se ostenta não se vangloria de coisa alguma. Não procura impressionar, chamar atenção para si. Ele se porta com extraordinária modéstia. Não alimenta idéias enfatuadas acerca de sua própria importância.
O amor tem boas maneiras. No trato com cada pessoa, nunca é grosseiro, rude ou inconveniente. O amor não maltrata ninguém. O amor é o pai do altruísmo, pois nunca procura seus próprios interesses e se mantém cuidadosamente afastado de qualquer conotação egoísta.
O amor é maravilhoso! Nunca se encoleriza contra quem quer que seja, mesmo tendo motivos para tanto. Ele não é irritadiço, tampouco melindroso. Não leva em conta o mal que alguém, porventura, lhe causa. Dificilmente chega sequer a notar o mal a ele endereçado. O amor não guarda lembranças negativas, não guarda mágoas, não guarda rancor.
O amor não fica alegre quando alguém faz algo errado, mas fica alegre quando alguém faz o que é certo. Ele nunca está satisfeito com a injustiça, mas regozija-se quando a justiça triunfa.
Para dizer toda a verdade, o amor é incrível! Ele nunca desiste nunca se recolhe, nunca entrega os pontos, nunca desaparece de cena. O amor tudo sofre, tudo desculpa, tudo crê, tudo espera e tudo suporta! Ele sofre, crê, espera e suporta sem limite de espécie alguma. É o grande herói de todas as cenas. Quando tudo acabar, a única coisa que vai perdurar é o amor. Quando os dons de curar doentes, de realizar milagres, de falar em línguas estranhas, de interpretar essas línguas, de prestar ajuda aos que sofrem, de ministrar a Palavra de Deus e tudo o mais passarem, o amor continuará! O amor jamais perecerá. Por uma simples razão: o amor é eterno!

Há três coisas que perduram: a fé, a esperança e o amor. Todas são muito importantes, mas não igualmente importantes. A maior dessas três virtudes, sem dúvida alguma, é o amor!

Por essa única razão, se eu não tiver amor, não é relevante eu falar as línguas dos homens e dos anjos, conhecer até mesmo todos os mistérios que envolvem Deus e o ser humano, ter fé capaz de mover o Pão de Açúcar para dentro da Baía da Guanabara ou oferecer meu próprio corpo para ser queimado no lugar de alguém. Se eu não tiver amor, nada disso me valerá!

Fonte: Revista Ultimato edição 305 Março/Abril 2007