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sexta-feira, 6 de abril de 2012

A parábola do rio



Havia outrora cinco irmãos, que moravam com o pai num castelo, no alto de uma montanha. O mais velho era um filho obediente. Seus quatro irmãos, todavia, eram rebeldes. O pai tinha-lhes grande cuidado por causa do rio; já lhes havia implorado que ficassem distante da margem, para que não fossem varridos pelo refluxo da maré. Mas eles não ligavam; a atração do rio era-lhes demasiadamente forte.
A cada dia, os quatro irmãos rebeldes arrisca­vam-se cada vez mais perto do rio, até que, uma vez, um deles atreveu-se a tocar a água.

— Segurem a minha mão — gritou ele. — As­sim não cairei.

E seus irmãos o fizeram. Quando ele porém tocou a água, o repuxo arrastou-o com os outros três para dentro da correnteza, rolando-os rio abaixo.
Foram despencando de rocha em rocha, girando no leito do rio. Arrastados pelas vagas, eles se foram. Seus gritos de socorro perde­ram-se na fúria do rio. Embora se debatessem tentando recuperar a estabilidade, foram impotentes contra a força da correnteza. Depois de horas de esforço, renderam-se ao puxão do rio. As águas finalmen­te lançaram-nos à margem, numa terra estranha, num distante país. O lugar era estéril.
Um povo selvagem habitava aquela terra. Não era segura como o lar que eles tinham.
Ventos frios gelavam a terra. Não era quente como o lar que possu­íam.
Montanhas inóspitas assinalavam a terra. Não era convidativa como o lar que conheciam.
Embora não soubessem onde estavam, de uma coisa tinham certe­za: não haviam sido feitos para aquele lugar. Por um longo tempo, os quatro jovens irmãos ficaram deitados na margem, atordoados com a queda, e sem saber para onde se voltarem. Após algum tempo, reuni­ram coragem e tornaram a entrar na água, esperando andar rio acima. Mas a correnteza era demasiadamente forte. Tentaram caminhar ao longo da margem, porém o terreno era íngreme demais. Considera­ram a possibilidade de subir as montanhas, contudo, o cimo era muito alto. Além de tudo, não conheciam o caminho.
Finalmente, fizeram um fogo, e sentaram-se à volta.

— Não deveríamos ter desobedecido nosso pai — admitiram eles. — Estamos a grande distância de casa.

Com o passar do tempo, os filhos aprenderam a sobreviver na terra estranha. Encontraram nozes para alimento, e mataram animais para ter as peles. Eles tinham determinado não esquecer a terra natal, nem abandonar as esperanças de retornar. A cada dia, os quatro aplicavam-se à tarefa de achar alimento e construir abrigo. A cada noite, acendi­am o fogo e contavam histórias de seu pai e do irmão mais velho, ansiando por vê-los novamente.
Então, numa noite, um dos irmãos ausentou-se da fogueira. Os outros o encontraram, na manhã seguinte, no vale com os selvagens. Ele havia construído uma choupana de barro e palha.

— Tenho me cansado de nossas conversas — confessou ele. — De que adianta recordar? Além de que, esta terra não é tão ruim. Vou construir uma grande casa e estabelecer-me aqui.
— Mas aqui não é nosso lar. — Objetaram os outros.
— Não. Mas será, se vocês não pensarem no verdadeiro
— Mas, e nosso pai?
— O que tem ele? Ele não está aqui. Não está por perto. Devo viver para sempre na expectativa de sua chegada? Estou fazendo novos ami­gos; estou aprendendo novos caminhos. Se ele vier, muito que bem, mas eu não vou parar minha vida.

E assim, os outros três deixaram o construtor de cabanas, e se fo­ram. Eles continuaram a se encontrar em volta do fogo, falando do lar e sonhando com o retorno.
Alguns dias depois, o segundo irmão faltou ao encontro da foguei­ra. Na manhã seguinte, os outros dois o acharam no alto de uma ladei­ra, fitando a cabana de seu irmão.

— Que desgosto — desabafou ele, quando os dois se aproximaram. — Nosso irmão é um fracasso total. Um insulto ao nome de nossa famí­lia. Podem imaginar um ato mais desprezível? Construindo uma caba­na, e esquecendo nosso pai?!
— O que ele está fazendo é errado — concordou o mais jovem. — Mas o que fizemos é igualmente mau. Nós desobedecemos. Tocamos o rio. Ignoramos as advertências de nosso pai.
— Bem, podemos ter cometido um ou dois enganos, mas compa­rados àquele coitado da choupana, nós somos santos. Papai vai perdo­ar nosso pecado, e castigar a ele.
— Venha — instaram os dois irmãos. — Volte ao fogo conosco.
— Não. Acho que devo manter o olho em nosso irmão. Alguém precisa conservar uma recordação de seus erros para mostrar a papai.

Assim, os dois retornaram, deixando um irmão construindo e o outro julgando.
Os dois filhos remanescentes ficaram perto do fogo, encorajando-se mutuamente e falando do lar. Então, ao acordar numa manhã, o mais novo achou-se sozinho. Procurou pelo irmão, e encontrou-o per­to do rio, amontoando pedras.

— As coisas não são assim — explicou o amontoador de pedras, enquanto trabalhava. — Meu pai não vem a mim. Eu devo ir a ele. Eu o ofendi. Insultei-o. Falhei com ele. Há apenas uma opção: construirei um caminho de pedras sobre o rio, e irei até a presença de nosso pai. Pedra sobre pedra, eu as amontoarei até que sejam suficientes para eu viajar rio acima, em direção ao castelo. Ao ver quão duro eu tenho trabalhado, e quão diligente tenho sido, nosso pai não terá escolha: aluirá a porta, e me deixará entrar em sua casa.
O último irmão não soube o que dizer. Voltou a sentar-se sozinho junto ao fogo. Certa manhã, ouviu atrás de si uma voz familiar.

— Papai mandou-me buscar vocês, e levá-los para o lar. Levantando os olhos, ele viu a face de seu irmão mais velho.
— Você veio buscar-nos! — Gritou ele. E ambos ficaram abraçados por um longo tempo.
— E os outros? — Perguntou finalmente o mais velho.
— Um fez uma casa aqui. O outro o está olhando. E o terceiro está construindo um caminho sobre o rio.

E assim, o primogênito pôs-se a procurar os irmãos. Foi primeiro à choupana de palha, no vale.
— Fora, estranho! — enxotou o seu irmão, pela janela. — Você não é bem-vindo aqui!
— Eu vim para levá-lo ao lar.
— Mentira! Você veio pegar minha mansão!
— Isto não é uma mansão — ponderou o primogênito — É uma choupana.
— É uma mansão! A mais bela da planície. Eu a construí com mi­nhas próprias mãos. Agora, vá embora. Você não pode ficar com mi­nha mansão.
— Você não se lembra da casa de seu pai?
— Não tenho pai.
— Você nasceu num castelo, numa terra distante, onde o ar é cáli­do, e os frutos, abundantes. Você desobedeceu a seu pai, e acabou nesta terra estranha. Eu vim a fim de levá-lo para casa.
O irmão perscrutou a face do primogênito através da janela, como se estivesse vendo um rosto já visto num sonho. Mas a pausa foi curta, pois, de repente, os selvagens atopetaram a janela também.

— Vá embora, intruso! — exigiram eles. — Esta casa não é sua.
— Vocês estão certos — respondeu o primogênito. — Mas vocês não são nada dele.

Os olhos dos dois irmãos encontraram-se novamente. Mais uma vez o construtor sentiu um aperto no coração, mas os selvagens havi­am conquistado sua confiança.
— Ele quer apenas a sua mansão — gritaram eles. — Mande-o embora! E ele o mandou.
O primogênito foi procurar o segundo irmão. Não teve de ir muito longe. Sobre a ladeira, próximo à cabana, ao alcance da vista dois selva­gens, estava o irmão acusador. Ao ver o primogênito aproximando-se, ele alegrou-se:
— Que bom que você está aqui para ver o pecado de nosso irmão! Você está sabendo que ele voltou as costas ao castelo? Está sabendo que ele nunca mais falou de casa? Eu sabia que você viria, e tenho anotado cuidadosamente as ações dele. Castigue-o! Eu aplaudirei a sua ira. Ele a merece! Trate dos pecados de nosso irmão.
O primogênito falou suavemente:
— Precisamos cuidar de seus pecados primeiro.
— Meus pecados?
— Sim, você desobedeceu o papai.

O irmão deu uma risada sarcástica, e esmurrou o ar.
— Meus pecados não são nada. Lá está o pecador — acusou ele, apontando para a cabana. Deixe-me contar-lhe dos selvagens que fi­cam lá...
— Prefiro que me fale de si mesmo.
— Não se preocupe comigo. Deixe-me mostrar a você quem é que precisa de ajuda — insistiu ele, correndo em direção à choupana. — Venha, nós espiaremos pela janela. Ele nunca me vê. Vamos juntos. — E ele chegou à cabana, antes de perceber que seu irmão mais velho não o seguira.

Depois disso, o primogênito encaminhou-se para o rio. Lá, achou o terceiro irmão, afundado na água até os joelhos, amontoando pedras.
— Papai mandou-me levar você para casa. O outro nem levantou os olhos.
— Não posso conversar agora. Devo trabalhar.
— Papai sabe que você caiu. Contudo, ele o perdoará.
— Ele pode — interrompeu o irmão, esforçando-se por manter o equilíbrio contra a correnteza. Mas antes tenho de chegar ao castelo. Devo construir um atalho sobre o rio. Primeiro lhe mostrarei que sou digno. Então, pedirei sua misericórdia.
— Ele já teve misericórdia de você. Eu o transportarei rio acima. Você jamais será capaz de construir um atalho. O rio é tão comprido! A tarefa é grande demais para você. Papai mandou-me carregá-lo para casa. Eu sou forte.
Pela primeira vez, o amontoador de pedras olhou para cima.

— Como você ousa falar com tanta irreverência? Meu pai não irá me perdoar facilmente. Eu pequei. Cometi um grande pecado! Ele nos disse para evitarmos o rio, e nós desobedecemos. Sou um grande pecador. Preciso trabalhar muito.
— Não, meu irmão, você não precisa de muito trabalho. Você pre­cisa de muita graça. Você não possui força nem pedras suficientes para construir a estrada. Foi por isso que nosso pai me enviou. Ele quer que eu o leve para casa.
— Está dizendo que não consigo? Está querendo dizer que não sou suficientemente forte? Veja meu trabalho. Veja minhas rochas. Eu já posso dar cinco passos!
— Porém ainda faltam cinco milhões à frente!
O irmão mais novo fitou o primogênito com raiva.
— Eu sei quem é você. Você é a voz do mal. Está tentando seduzir-me e afastar-me de meu santo trabalho. Para trás de mim, serpente! — E ele jogou no primogênito a pedra que ia pôr no rio.
— Herético! - gritou o construtor de estrada. - Deixe esta terra. Você não pode me fazer parar! Construirei esta passagem, e apresentar-me-ei ante meu pai. Então ele terá de perdoar-me. Eu conquistarei o seu favor. Serei merecedor da sua compaixão.
O primogênito balançou a cabeça.
— Favor conquistado não é favor. Compaixão merecida não é com­paixão. Eu lhe imploro, deixe-me transportá-lo rio acima.

A resposta foi outra pedrada. Então o primogênito virou-se e saiu. O irmão mais jovem estava esperando junto ao fogo, quando o primogênito retornou.
— Os outros não vêm?
— Não. Um preferiu indultar-se; o outro, julgar; e o terceiro, traba­lhar. Nenhum deles escolheu nosso pai.
— Então eles permanecerão aqui?
O primogênito balançou a cabeça devagar.
— Por enquanto.
— E nós voltaremos ao pai? — indagou o mais novo.
— Sim.
— Ele me perdoará?
— Teria ele me enviado, se não fosse assim?
E então, o mais jovem subiu nas costas do primogênito, e iniciaram a jornada para o lar.


***


Todos os irmãos receberam o mesmo convite. Cada um teve a opor­tunidade de ser carregado pelo irmão mais velho. O primeiro disse não, preferindo uma choupana de palha à casa de seu pai. O segundo disse não, preferindo analisar os erros de seu irmão, em vez dos seus próprios. O terceiro disse não, achando que seria melhor causar uma boa impressão que fazer uma confissão honesta. E o quarto disse sim, escolhendo a gratidão em lugar da culpa.
“Serei indulgente comigo mesmo” — resolveu um dos filhos. “Compararei os outros a mim mesmo” — optou o outro.
“Eu mesmo serei o meu salvador” — determinou o terceiro. “Confiar-me-ei a você” — decidiu o quarto.
Posso fazer-lhe uma indagação crucial? Lendo sobre esses irmãos, qual deles descreve seu relacionamento com Deus? A exemplo do quar­to filho, você tem reconhecido sua incapacidade de fazer sozinho a jornada para o lar? Você tem aceitado a mão estendida de seu Pai? Você está preso nas garras da sua graça?
Ou você tem agido como um dos outros três filhos?
Um hedonista. Um judicialista. Um legalista. Iodos ocupados con­sigo mesmos, rejeitando o pai. Paulo discorre sobre esses três nos pri­meiros três capítulos de Romanos.

Ilustração retirado do livro: Nas Garras da Graça, Max Lucado. CPAD

sábado, 10 de março de 2012

A praga moderna







Nossas pestes - que também as temos - podem ser
menos tenebrosas do que as medievais, que nos faziam
apodreceremvida. Mas, mesmo mais higiênicas, destroem. E se
multiplicam, na medida em que se multiplica o nosso stress. Ou
melhor: o stress é uma das modernas pragas. Quanto mais
naturebas estamos, mais longe da mãe natureza, que por sua
vez reclama e esperneia: tsunamis, tempestades, derretimento
de geleiras, clima destrambelhado. Ser natural passou a não ser
natural. Ser natural estáemgrave crise.
O bom mesmo é ser virtual - mas isso é assunto para
outra coluna, ou várias. Porque, se de um lado somos cada vez
mais cibernéticos e virtuais, de outro cultivamos amores
vampirescos, paixões por lobisomens, e somos fãs de
simpáticos bruxos em revoadas de vassouras. Mudaram, os
nossos ídolos. Não sei se para pior, mas certamente para bem
interessantes. Pois nosso lado contraditório é que nos torna
interessantes, em consultórios de psiquiatras, em textos de
ficcionistas. Também na vida cotidiana aquela velhíssima voz do
instinto, voz das nossas entranhas, deixou de funcionar. Ou
funciona mal. Desafina, resmunga, rosna. A gente não escuta
muita coisa quando, por acaso ou num esforço heroico,
consegue parar, calar a boca, as aflições e a barulheira ao redor.
O que somos mesmo, neste período pós-moderno de
que algumas pessoas tanto se orgulham, é estressados. Não
tem doença em que algum médico ou psiquiatra não sentencie,
depois de recitar os enigmáticos termos médicos: "E tem
também o stress". Para alguns, ele é, aliás, a raiz de todos os
males. Eu digo que é filho da nossa agitação obsessivocompulsiva.
Quanto mais compromissados, mais estressados: é
inevitável, pois as duas coisas andam juntas, gêmeas siamesas
da desgraça. Porque a gente trabalha demais, se cobra demais e
nos cobram demais, porque a gente não tem hora, não tem
tempo, não tem graça. Outro dia alguém medisse: "Dona, eu não
tenho nem o tempo de uma risada". Aquilo ficou em mim,
faquinha cravada no peito.
Um dos nossos mais detestáveis clichês é: "Não tenho
tempo". O que antes era coisa de maridos e de pais mortos de
cansaço e sem cabeça nem para lembrar data de aniversário dos
filhos (ou da mãe deles), agora também é privilégio de mulher.
De eficientes faxineiras a competentíssimas executivas,
passamos de nervosas a estressadas, stress daqueles de fazer
cair cabelo aos tufos.
Não sei se calvície feminina vai ser um dos preços
dessa nossa entrada a todo o vapor no mercado de trabalho -
pois ainda temos a casa, o marido, os filhos, a creche, o pediatra,
o ortodontista, a aula de dança ou de judô dos meninos, de inglês
ou de mandarim (que acho o máximo, "meu filhinho de 6 anos
estuda mandarim") -, mas a verdade é que o stress nos domina.
É nosso novo amante, novo rival da família e da curtição de todas
as boas coisas da vida.
Que pena. Houve uma época em que a gente resolvia,
meio às escondidas, dar uma descansadinha: 4 da tarde, a gente
deitada no sofá por dez minutos, pernas pra cima... e eis que, no
umbral da porta, mãos na cintura ou dedo em riste, lá apareciam
nossa mãe, avós, tias, dizendo com olhos arregalados:
"Como??? Quatro da tarde e você aí, de pernas pra cima, sem fazer nada?".
Era preciso alguma energia para espantar os tais
fantasmas. Neste momento, porém, eles nem precisam agir:
todos nós, homens e mulheres, botamos nos ombros cruzes de
vários tamanhos, com prego ou sem prego, com ou sem coroa de
espinhos. São tantos os monstros, deveres, trânsito,
supermercado, dívidas e pressões, que - loucura das loucuras -
começamos a esquecer nossos bebês no carro. Saímos para
trabalhar e, quando voltamos, horas depois, lá está a tragédia
das tragédias, o fim da nossa vida: a criança, vítima não do calor,
dos vidros fechados, mas do nosso stress. Começo a ficar com
medo, não do destino, eterno culpado, não da vida nem dos
deuses, mas disso que, robotizados, estamos fazendo a nós
mesmos.


por Lya Luft
(Veja ed 2141, p28)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Eles não querem o nosso bem, eles querem os nossos bens!







O Pará vive um momento traumático em sua história. Pela primeira vez, um estado irá decidir seu futuro através de consulta popular. A princípio nada de mais, acontece que este plebiscito vem em uma hora inoportuna, pois o país vivendo um momento econômico vertiginoso, cresce de forma sistemática em todas as regiões. Mas então porque esta divisão? Poderíamos estar unidos em prol de um Pará justo e igualitário para todos?


Nós das Redes Sociais Unificadas do facebook acreditamos que sim... A história nos ensina que, quando uma região necessita de recursos naturais e é, dependente de outras, ninguém solicita emancipação. Quando ao contrário, a história se inverte. E é, o que acontece hoje, infelizmente no estado do Pará, causado por políticos que apenas olham seus próprios interesses no horizonte, com um discurso hipócrita de bem estar social, mas bem distante da verdade.

O Pará vive o pesadelo da divisão e, qual seja seu resultado final, as relações por regiões nunca mais será a mesma. As palavras fortes, o preconceito gerado, a discriminação velada, a intolerância que temos vistos, foi incentivada por políticos que aqui chegaram década atrás em busca de um sonho. E aqui, tal qual nas mitológicas histórias do “El Dorado” das conquistas espanholas e portuguesas, conseguiram seus tesouros, cobertos de ouro, prata e pedras preciosas, que nunca sonharam em seus estados natais.

Mas qual seria o tesouro conquistado por estes senhores, além da riqueza acumulada durante a vida no Pará. Nós dizemos, O RESPEITO ADQUIRIDO DE MILHARES DE PARAENSES, através de seu mandato parlamentar , especificamente pelo voto em todo o estado e, não somente nas regiões que buscam desesperadamente dividir e, que são seus redutos eleitorais, milhares de votos no que eles chamam de Parazinho nas rodas de compadres que são... Região do salgado, baixo Tocantins, região metropolitana e Marajó. MILHARES DE VOTOS ganhos para o quê? Jogar paraenses de regiões diferentes contra outros? SIM!!!. Por isso, temos o dever de alertar os cinco milhões de paraenses que tornaram-se meros figurantes nesta rede de interesses e, vantagens.

Citaremos que são estes senhores para que cada um que lê este texto saiba definitivamente em quem nunca mais deverá votar.... São eles: Deputados Estaduais JOÃO SALAME (PPS), ALEXANDRE VON (PSDB) , ANTONIO ROCHA (PMDB), BERNADETE CA TEM (PT), HILTON AGUIAR (PSC), GABRIEL GUERREIRO (PV), PARCIVAL PONTES (PMDB) MILTON ZIMMER (PT), ZÉ MEGALE (PSDB), PIO X (PDT) JOSEFINA (PMDB), CASSIO ANDRADE (PSB), JUNIOR FERRARI (PTB) ZÉ MARIA (PT), RAIMUNDO SANTOS (PR), TIÃO MIRANDA (PT), ÓZORIO JUVENIL (PMDB) AIRTON FALEIRO (PT) ... São estes que nunca mais deveremos dar nossos votos. Guarde bem estes nomes!!!





FONTE: REDES SOCIAIS UNIFICADAS
 — com Luciano Seki.



MINHAS CONSIDERAÇÕES: Eu particularmente acho que depois desse plebiscito, seja qual for o resultado, o Pará nunca mais será o mesmo. Acho que haverá rivalidade por parte de alguns, em algumas regiões do estado, infelizmente! E tudo por causa de uma meia dúzia de pessoas ambiciosas e hipócritas, que só pensam em se dar bem. Isso é uma pena! 
 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A restauração da humanidade do ser humano para o bem de nossos pequeninos



Triste ver em nossos dias o descaso com nossos pequeninos. Não falo apenas dos órgãos governamentais, que tem, sim, responsabilidade sobre o caos atual em que se encontram os projetos desenvolvidos para atender a infância e adolescência. Creio que o problema é bem mais amplo do que isto.

As famílias estão esfaceladas. Os jovens não casam mais com a convicção de que encontraram sua cara metade para o resto da vida. Esse papo de “até que a morte vos separe” virou careta. Se o casamento não der certo, a gente troca de parceiro como que troca de celular; precisa ser um modelo atualizado, mais bonito, que enfim, atenda minhas necessidades.

Nossa sociedade está perdendo aos poucos seu maior valor: sua humanidade. Por esse triste fato, cada vez mais crianças crescem em lares destruídos, sem a referência de uma família estruturada; crescem sem saber o que é carinho, afeto e amor incondicional. Tornam-se adultos amargurados, desconfiados até mesmo de um abraço de quem quer ajudá-los.

Para que haja esperança de um mundo que trate bem seus filhos acredito que quaisquer ações deveriam estar atreladas à restauração de valores familiares. Na verdade, precisamos de gente melhor; precisamos de gente menos egoísta que enfrente os problemas do dia com a disposição de pagar o preço de abrir mão de prazeres instantâneos para construir um caminho de felicidade duradoura; gente que deixe um legado de altruísmo, solidariedade, sabendo que só o ser humano pode resgatar para si mesmo a humanidade, que é nossa característica mais bela.


Wagner Miotto Hernandes




Existem  muitas crianças  sofrendo por serem órfãos de pais vivos. Pais que passam o dia inteiro fora de casa trabalhando, as vezes só vêem  os seus filhos dormindo, e não tem a oportunidade de vê-los brincar, e menos ainda a chance de poder brincar com eles.
Instrui-los  a andarem no caminho certo nesses casos fica muito difícil. Essas  crianças são levadas para creches, ou então ficam aos cuidados de uma babá, que as vezes as espancam e etc...


Mas que maravilha, hoje é o dia das crianças! muitas delas receberão presentes, seus pais as levarão ao parque, ou a pracinha, ou ao cinema.


É, pelo menos nesse dia elas terão o direito de brincar, sorrir, e ser feliz ao lado dos seus pais.

 Pv 22: 6 diz: "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer, não se desviará dele".


Helena Damasceno

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Que Evangelho é esse?

Senhor eu não aguento meu Deus eu não suporto
O evangelho que alguns estão pregando por ai
Senhor estão brincando estão te usurpando
E até mesmo no altar não sentem medo de mentir
E na televisão a grande ilusão a menssagem que
Se prega é só riqueza e nada mais e sem sabedoria
A grande maioria vai pra igreja interessada só em
Bens materiais
Que evangelho é esse? que é só prosperidade
Parece que o dinheiro conseguiu calar a boca
Da verdade
Que evangelho  é esse? meu Deus mais
Que vergonha! Senhor estão pregando como se o
Senhor fosse um deus de barganha e é por isso
Que eu estou indignado é por isso que eu protesto
Inconformado pois eu sei que a razão de tudo isso
É a manifestação do anticristo não eu não aceito
Essa mentira não essa verdade distorcida não
Não vou entrar nesse modismo não não vou cair
Nesse abismo não esse evangelho mascarado não
Eu não aceito em nome de Jesus em nome de Jesus!!
O não esse comercio leviano não esse entrelaço
De engano não esse conceito deturpado não esse
Demônio disfarçado não essa heresia do inferno
Não eu repriendo em nome de Jesus em nome de Jesus!!
Só quero a verdade!!!

Letra da música do Cantor Adriano

Não tenho mais o que dizer! fiquei sem palavras!!
MARANATAAAA!!!

sábado, 1 de outubro de 2011

O Evangeliquês Traduzido


·       Indignação: Ato de reindivicar a Deus seus direitos.
·       Culto: Show.
·       Rebanho: Clientes, Sócios.
·       Oração: Mágica.
·       Deus: O Mágico.
·       Jesus: Papai Noel, Aquele que dá presentes.
·       Espírito Santo: Curandeiro.
·       Igreja: Empresa.
·       Demônio: O Concorrente.
·       Denominação: A dona da verdade.
·       Testemunho: Propaganda.
·       Dízimos: Ações.
·       Ofertas: Impostos.
·       Ceia: Excomunhão.
·       Batismo: Assinar Carteira, Igresso para entrar no clube/igreja.
·       Riquezas: Bênção divina.
·       Pobreza: Obra Demoníaca.
·       Regeneração: Entrar pobre, sair rico.
·       Pastor: Ídolo.
·       Bíblia: Caixinha de promessas.
·       Leitura Bíblica: Pra quê?
·       Sermão: Palavras positivas.
·       Evangelho: Depois que fui pra igreja fiquei rico!
·       Louvor: Entorpecente.
·       Músico: Traficante.
·       Evangelismo: Sai daí e vem pra cá, aqui é mais confortável.
·       Corredor do templo: Desfile, exibição de roupas e penteados.
·       Diácono: Aquele que faz o trabalho "sujo".
·       Servo Bom: Aquele que não serve pra nada, obediente.
·       Pecado: Tuqo que o pastor manda NÃO fazer.
·       Heresia: O contrário que o pastor ou a instituição diz.
·       Céu: Recompensa pelas ações(dízimos) investidas e impostos(ofertas)pagos.
   FONTE: teologiasimples.blogspot.com